Sem dúvida este é um dos álbuns de metal mais esperados do ano. O novo disco do Metallica 72 Seasons, chega pra fazer a cena metal tremer com força. Esse é o primeiro álbum de estúdio desde 2016, lançado sete anos após o disco anterior de estúdio, Hardwired…To Self-Destruct.
Esta sexta-feira 14 ficará marcada como a data do falecimento de Marco Antônio de Figueiredo Luz, mais conhecido como Fughetti, que nos deixou aos 76 anos. Notícias a respeito da morte dele é o que não falta. Da mesma forma, não faltam informações sobre sua vida. Mesmo nunca tendo sido nenhuma celebridade, longe disso. Ainda assim, muita coisa já foi dita e se pode dizer sobre ele.
Levar para um programa de rádio, “todas” as experiências musicais/roqueiras, acumuladas na adolescência de um garoto, que teve na música um incentivo para não parar!
Essa foi a ideia deste colunista que te escreve agora, para alguns, o Luiz, e para outros tantos da cidade de Frederico Westphalen e região noroeste do estado do RS, o Fuga.
É, a ideia deu certo!
Depois da espera causada pela pandemia, eis que a noite power metal de fato acontece em Curitiba. O local escolhido para o evento foi o Tork’n’Roll e contou com Turilli/Lione Rhapsody e Kamelot que estão em turnê pela américa do sul.
Todo apreciador de boa música sabe da importância dos dois primeiros discos da banda britânica Iron Maiden, pois bem, o front man destes dois clássicos, Paul Di’Anno está novamente em turnê pelo Brasil. Num ato de força, coragem e persistência, Paul resolve cair na estrada para uma de suas mais extensas turnês pelo país.
Tivemos a honra de conversar com o guitarrista brazuca Kiko Shred, uma pessoa simpática que dividiu o palco com grandes nomes da cena metálica mundial. Só para citar alguns: Andre Matos, UDO, Blaze Bayley, Tim Ripper Owens, Michael Vescera, Fabio Lione… que lista! Em fevereiro, Kiko estará na cidade de Frederico Westphalen juntamente com sua banda Viper. Confira esse bate-papo descontraído e cheio de informações.
Perder a noção do tempo, é algo que acontece quando estamos contagiados por alguma emoção:
Estar num show, ou em boa companhia, vendo um filme/série envolvente, tem esse “poder”
E foi exatamente assim, neste ano, num piscar de olhos, que chegamos ao seu final.
Quando ouvi o primeiro disco do Children of Bodom, no final dos anos 90 junto com meus amigos, ficamos simplesmente de queixo caído. Eles haviam acabado de lançar o segundo álbum, Hatebreeder, uma sonoridade única, que mesclava a velocidade do power metal com teclados peculiares, melodias e solos sofisticados.
Fim de ano é uma época propícia e estimulada de se olhar para trás e ver o que foi ou não feito.
Este foi o primeiro ano de uma tentativa de volta a uma normalidade conhecida, após 2020 e 2021 com o auge da pandemia. Dentre tantas perdas imensuráveis de vidas, empregos, saúde, etc., também a cultura perdeu espaço, com a sociedade tentando sobreviver.
Hoje, quarta-feira, tem o grande Vinicius Brum, no Bendito com seu projeto ‘Cantigas do Rock’.
Tenho certeza que todos irão adorar o setlist do Vini, será uma viagem emocionante, revisitando clássicos do bom e velho rock…